O berço da psicologia moderna foi a Alemanha do final do século XIX, mas é nos EUA que ela encontra campo para um rápido crescimento, resultado do grande avanço econômico que colocou os EUA na vanguarda do sistema capitalista. É ali que surgem as primeiras abordagens ou Escolas em Psicologia, as quais deram origem às inúmeras teorias que existem atualmente.
O funcionalismo
Considerado como a primeira sistematização genuinamente norte-americana de conhecimento em Psicologia. Uma sociedade que exigia o pragmatismo para seu desenvolvimento econômico acaba por exigir dos cientistas o mesmo espírito. Desse modo, para a Escola Funcionalista de William James (1842-1910), importa responder “o que fazem os homens” e “por quê o fazem”. Para isto, James elege a consciência como o centro de suas preocupações e busca a compreensão de seu funcionamento, na medida em que o homem a usa para adaptar-se ao meio.
O estruturalismo
Corrente que está preocupada com a compreensão do mesmo fenômeno que o funcionalismo: a consciência. Mas diferentemente de James, Edward Titchner (1867-1927), irá estudá-la em seus aspectos estruturais, ou seja, os estados elementares da consciência como estruturas do sistema nervoso central. Esta Escola foi inaugurada por Wundt, mais foi Titchner, discípulo do mestre alemão, quem usou o termo estruturalismo pela primeira vez, no sentido de diferenciá-la do funcionalismo. O método de observação de Titchner, assim como o de Wundt, é o introspeccionismo, onde os conhecimentos psicológicos produzidos são eminentemente experimentais, isto é, produzidos a partir do laboratório.
O associacionismo
O principal representante dessa corrente é Edward L. Thorndike (1874-1949), e sua importância está em ter sido o formulador da primeira teoria de aprendizagem na Psicologia. Sua produção pautava-se por uma visão de utilidade deste conhecimento, muito mais do que por questões filosóficas.
O termo associacionismo tem origem na concepção de que a aprendizagem se dá por um processo de associação das idéias, das mais simples às mais complexas. Assim, para aprender uma coisa complexa, a pessoa precisaria aprender primeiro as idéias mais simples, que a ela estariam associadas.
Thorndike formulou a lei do efeito, que seria de grande utilidade para a Psicologia comportamentalista. De acordo com essa lei, todo o comportamento de um organismo vivo tende a se repetir, se nós o recompensarmos (efeito) assim que ele o emitir. Por outro lado, o comportamento tenderá a não acontecer, se o organismo for castigado (efeito) após a sua ocorrência. Por essa lei o organismo irá associar essas situações com outras semelhantes. Exemplo: criança apertando botão do rádio. Tocou uma música, para ela todos os outros botões também irão tocar música.
O behaviorismo
Vem do inglês behavior e significa comportamento. No Brasil também é conhecido como comportamentalismo, teoria comportamental ou análise experimental do comportamento. É a corrente que estuda o comportamento na relação que este mantém com o meio onde ocorre. Mas, como comportamento e meio são termos por demais amplos para serem úteis em uma análise descritiva, os psicólogos desta Escola chegaram aos conceitos de estímulo (stimulus) e resposta (responsio), que integram a Teoria S-R, unidades básicas da descrição e o ponto de partida para uma ciência do comportamento. O homem começa a ser estudado como produto do processo de aprendizagem pelo qual passa desde a infância, isto é, como produto das associações estabelecidas durante sua vida entre estímulos (do meio) e respostas (manifestações comportamentais).
A principal área de aplicação dos conceitos apresentados nesta Escola tem sido à educação. São conhecidos os métodos de ensino programado e o controle e organização das situações de aprendizagem, bem como a elaboração de uma tecnologia de ensino. Entretanto outras áreas também têm recebido a contribuição das técnicas e conceitos desenvolvidos pelo behaviorismo, como a área de treinamentos em empresas, a clínica psicológica, o trabalho educativo em crianças excepcionais, a publicidade, entre outras.
A análise experimental do comportamento pode auxiliar-nos a descrever nossos comportamentos em qualquer situação, ajudando-nos a modificá-los. No dia a dia também aprendemos a nos comportar em diferentes situações sociais, devido a nossa capacidade de generalização no aprendizado de regras e normas sociais.
O funcionalismo
Considerado como a primeira sistematização genuinamente norte-americana de conhecimento em Psicologia. Uma sociedade que exigia o pragmatismo para seu desenvolvimento econômico acaba por exigir dos cientistas o mesmo espírito. Desse modo, para a Escola Funcionalista de William James (1842-1910), importa responder “o que fazem os homens” e “por quê o fazem”. Para isto, James elege a consciência como o centro de suas preocupações e busca a compreensão de seu funcionamento, na medida em que o homem a usa para adaptar-se ao meio.
O estruturalismo
Corrente que está preocupada com a compreensão do mesmo fenômeno que o funcionalismo: a consciência. Mas diferentemente de James, Edward Titchner (1867-1927), irá estudá-la em seus aspectos estruturais, ou seja, os estados elementares da consciência como estruturas do sistema nervoso central. Esta Escola foi inaugurada por Wundt, mais foi Titchner, discípulo do mestre alemão, quem usou o termo estruturalismo pela primeira vez, no sentido de diferenciá-la do funcionalismo. O método de observação de Titchner, assim como o de Wundt, é o introspeccionismo, onde os conhecimentos psicológicos produzidos são eminentemente experimentais, isto é, produzidos a partir do laboratório.
O associacionismo
O principal representante dessa corrente é Edward L. Thorndike (1874-1949), e sua importância está em ter sido o formulador da primeira teoria de aprendizagem na Psicologia. Sua produção pautava-se por uma visão de utilidade deste conhecimento, muito mais do que por questões filosóficas.
O termo associacionismo tem origem na concepção de que a aprendizagem se dá por um processo de associação das idéias, das mais simples às mais complexas. Assim, para aprender uma coisa complexa, a pessoa precisaria aprender primeiro as idéias mais simples, que a ela estariam associadas.
Thorndike formulou a lei do efeito, que seria de grande utilidade para a Psicologia comportamentalista. De acordo com essa lei, todo o comportamento de um organismo vivo tende a se repetir, se nós o recompensarmos (efeito) assim que ele o emitir. Por outro lado, o comportamento tenderá a não acontecer, se o organismo for castigado (efeito) após a sua ocorrência. Por essa lei o organismo irá associar essas situações com outras semelhantes. Exemplo: criança apertando botão do rádio. Tocou uma música, para ela todos os outros botões também irão tocar música.
O behaviorismo
Vem do inglês behavior e significa comportamento. No Brasil também é conhecido como comportamentalismo, teoria comportamental ou análise experimental do comportamento. É a corrente que estuda o comportamento na relação que este mantém com o meio onde ocorre. Mas, como comportamento e meio são termos por demais amplos para serem úteis em uma análise descritiva, os psicólogos desta Escola chegaram aos conceitos de estímulo (stimulus) e resposta (responsio), que integram a Teoria S-R, unidades básicas da descrição e o ponto de partida para uma ciência do comportamento. O homem começa a ser estudado como produto do processo de aprendizagem pelo qual passa desde a infância, isto é, como produto das associações estabelecidas durante sua vida entre estímulos (do meio) e respostas (manifestações comportamentais).
A principal área de aplicação dos conceitos apresentados nesta Escola tem sido à educação. São conhecidos os métodos de ensino programado e o controle e organização das situações de aprendizagem, bem como a elaboração de uma tecnologia de ensino. Entretanto outras áreas também têm recebido a contribuição das técnicas e conceitos desenvolvidos pelo behaviorismo, como a área de treinamentos em empresas, a clínica psicológica, o trabalho educativo em crianças excepcionais, a publicidade, entre outras.
A análise experimental do comportamento pode auxiliar-nos a descrever nossos comportamentos em qualquer situação, ajudando-nos a modificá-los. No dia a dia também aprendemos a nos comportar em diferentes situações sociais, devido a nossa capacidade de generalização no aprendizado de regras e normas sociais.