Jornalismo, linguagem da simplicidade
O que caracteriza a linguagem jornalística é a sua atualidade. Sua linguagem é o momento. O texto jornalístico deve conquistar o leitor através da clareza, concisão e objetividade. Sua leitura não deve oferecer dificuldade e seu vocabulário deve estar incluído num repertório mais menos comum.
Todos os assuntos podem ser matéria jornalística, desde o pequeno acontecimento da cidade (uma batida de carros, por exemplo) até a notícia de um conflito internacional dos shows musicais às competições esportivas. O jornal pensa e repensa o próprio mundo atual.
Jornal
Atualmente, o jornal pode ter duas definições. Uma diz respeito à publicidade periódica (etimologicamente, diária), que divulga notícias de interesse geral, políticas, literárias e outras, com ou sem comentário. Outra se refere qualquer noticiário, seja ele impresso, radiofônico ou televisivo.
O jornal impresso é o veículo noticioso e periódico de tiragem regular, constituído de folhas soltas (não grampeadas nem coladas) dobradas em um ou mais cadernos. Seu objetivo é levar informação aos leitores. Seu texto pode conter matérias sobre assuntos gerais ou especializados. Os jornais diários (matutinos ou vespertinos) divulgam notícias de caráter geral, distribuídas por várias seções, em âmbito local, nacional ou internacional.
Os jornais semanários, quinzenários ou mensários são normalmente mais interpretativos. Dedicam-se, quase sempre a um assunto determinado (segmentação de mercado) ou a diferentes gêneros de jornalismo (humor, ensaios, textos literários...).
Portanto um jornal é o somatório de vários temas em suas páginas, formando um bloco de informações. Geralmente começa com as notícias do país, segue a página internacional, contendo um apanhado das agências internacionais como AP, France Presse, ANSA, TASS, Reuters, entre outras, acompanhadas ou não de telefotos.
A página política explora as declarações dos líderes ou blocos políticos do governo ou oposição, chamando atenção para os problemas da cidade, do país ou do mundo, relativos ao poder central, estadual ou municipal.
A página da cidade (editoria local) reflete tudo o que se faz em relação a obras públicas e serviços correlatos, como: água, esgoto, saúde, ecologia, vias de acesso, trânsito, festas folclóricas ou outro serviço indicado pelo poder executivo. A parte da polícia cobre os fatos das delegacias, os crimes, assaltos e a conseqüente repressão. Insiste sobre a melhoria das prisões e do sistema penitenciário, apontando erros e omissões, ao mesmo tempo que indica soluções mais humanas.
A página econômica aborda os temas de mercado – os produtos mais procurados, as empresas em evidência, as reservas cambiais, seguros, as moedas, enfim uma cobertura jornalística junto aos ministérios competentes, as autarquias (entidades autônomas, auxiliares da administração pública), além de bancos e financeiras.
O esporte constitui assunto de grande interesse, principalmente para eleitor masculino. Geralmente , a editoria de esporte mantém seus próprios repórteres e redatores, usando jargão próprio da especialização e da redação geral.
Os jornais apresentam ainda páginas dedicadas à ciência, ao cinema, ao teatro, aos programas de televisão, suplementos de livros e até trabalhos manuais, fora a cobertura de fatos ligados às religiões, a fim de manter o leitor bem informado sobre todas as atividades humanas. Sem falar nos colunistas e cronistas de assuntos variados, inseridos em qualquer página, mas que atraem os leitores.
O jornalismo é uma atividade profissional que tem por objetivo a apuração, o processamento e a transmissão periódica de informações da atualidade, para o grande público, ou para determinados segmentos desse público, através de difusão coletiva.
Sendo assim, o jornal informa, atualiza, lança idéias e abre espaço para julgamentos, com objetivo de preparar o leitor para compreender o mundo em que vive, tendo como funções:
Atividades do jornalista
No Brasil, a profissão, de nível superior, é regulamentada pelo Dec. Lei 972, de 17 de outubro de 1969 e pelo Decreto 65.912, de 19 de dezembro de 1969, e requer, para o seu exercício, registro no Ministério do Trabalho. De acordo com o Decreto as atividades do jornalista são:
Funções jornalísticas
Quando se fala em jornalista logo se pensa em repórteres ou editores. Mas não é só dessas funções que vive a profissão. Eis algumas:
O leitor, meta principal
O leitor é a pessoa mais importante para o jornalista e, conseqüentemente, para o jornal. Para ele, foram inventados o lead, os manuais de redação, os títulos, tudo enfim. O leitor é alvo do jornalista.
Tipos de leitor
Por duas razões o leitor compra jornais e revistas: curiosidade e hábito. Ele quer a notícia para ficar atualizado, informado. No jornalismo, a conquista do leitor está na ordem direta de seu conhecimento, gosto e interesse por determinadas notícias. Dividem-se em três categorias: intelectual, prático e povão.
Os leitores se interessam por notícias que destaquem o lado humano, científico, sobrenatural, competitivo, aventureiro, catastrófico, mórbido e subversivo dos fatos. A narração dessas matérias percorrem os medos, os sonhos, as odres, as ambições, as frustrações e a felicidade de cada dia. A vida é a fonte de inspiração permanente dos jornalistas e de seus fiéis seguidores.
Para fechar o tópico, que tal refletir sobre a frase: "notícia de interesse público não se confunde com notícia de interesse do público".
Instrumentos de trabalho do repórter
Alem de conhecer, de memória, os principais sinais de revisão de textos e o sistema de retranca usados no veículo, todo jornalista deve ter à mão para auxiliá-lo no trabalho que desenvolve, o seguinte material:
“Uma raiz é uma flor que despreza a fama”.
Gibran Kahlil Gibran
Gibran Kahlil Gibran
O que caracteriza a linguagem jornalística é a sua atualidade. Sua linguagem é o momento. O texto jornalístico deve conquistar o leitor através da clareza, concisão e objetividade. Sua leitura não deve oferecer dificuldade e seu vocabulário deve estar incluído num repertório mais menos comum.
Todos os assuntos podem ser matéria jornalística, desde o pequeno acontecimento da cidade (uma batida de carros, por exemplo) até a notícia de um conflito internacional dos shows musicais às competições esportivas. O jornal pensa e repensa o próprio mundo atual.
Jornal
Atualmente, o jornal pode ter duas definições. Uma diz respeito à publicidade periódica (etimologicamente, diária), que divulga notícias de interesse geral, políticas, literárias e outras, com ou sem comentário. Outra se refere qualquer noticiário, seja ele impresso, radiofônico ou televisivo.
O jornal impresso é o veículo noticioso e periódico de tiragem regular, constituído de folhas soltas (não grampeadas nem coladas) dobradas em um ou mais cadernos. Seu objetivo é levar informação aos leitores. Seu texto pode conter matérias sobre assuntos gerais ou especializados. Os jornais diários (matutinos ou vespertinos) divulgam notícias de caráter geral, distribuídas por várias seções, em âmbito local, nacional ou internacional.
Os jornais semanários, quinzenários ou mensários são normalmente mais interpretativos. Dedicam-se, quase sempre a um assunto determinado (segmentação de mercado) ou a diferentes gêneros de jornalismo (humor, ensaios, textos literários...).
Portanto um jornal é o somatório de vários temas em suas páginas, formando um bloco de informações. Geralmente começa com as notícias do país, segue a página internacional, contendo um apanhado das agências internacionais como AP, France Presse, ANSA, TASS, Reuters, entre outras, acompanhadas ou não de telefotos.
A página política explora as declarações dos líderes ou blocos políticos do governo ou oposição, chamando atenção para os problemas da cidade, do país ou do mundo, relativos ao poder central, estadual ou municipal.
A página da cidade (editoria local) reflete tudo o que se faz em relação a obras públicas e serviços correlatos, como: água, esgoto, saúde, ecologia, vias de acesso, trânsito, festas folclóricas ou outro serviço indicado pelo poder executivo. A parte da polícia cobre os fatos das delegacias, os crimes, assaltos e a conseqüente repressão. Insiste sobre a melhoria das prisões e do sistema penitenciário, apontando erros e omissões, ao mesmo tempo que indica soluções mais humanas.
A página econômica aborda os temas de mercado – os produtos mais procurados, as empresas em evidência, as reservas cambiais, seguros, as moedas, enfim uma cobertura jornalística junto aos ministérios competentes, as autarquias (entidades autônomas, auxiliares da administração pública), além de bancos e financeiras.
O esporte constitui assunto de grande interesse, principalmente para eleitor masculino. Geralmente , a editoria de esporte mantém seus próprios repórteres e redatores, usando jargão próprio da especialização e da redação geral.
Os jornais apresentam ainda páginas dedicadas à ciência, ao cinema, ao teatro, aos programas de televisão, suplementos de livros e até trabalhos manuais, fora a cobertura de fatos ligados às religiões, a fim de manter o leitor bem informado sobre todas as atividades humanas. Sem falar nos colunistas e cronistas de assuntos variados, inseridos em qualquer página, mas que atraem os leitores.
O jornalismo é uma atividade profissional que tem por objetivo a apuração, o processamento e a transmissão periódica de informações da atualidade, para o grande público, ou para determinados segmentos desse público, através de difusão coletiva.
Sendo assim, o jornal informa, atualiza, lança idéias e abre espaço para julgamentos, com objetivo de preparar o leitor para compreender o mundo em que vive, tendo como funções:
- Informar através de seu noticiário;
- Interpretar as informações, por meio de editorial ou de artigos;
- Entreter, estimulando o leitor, distraindo-o com histórias, humor, charges, cartuns, desenhos, etc;
- Dar publicidade, fornecendo informações quanto a mercadorias em circulação e serviços à venda.
Atividades do jornalista
No Brasil, a profissão, de nível superior, é regulamentada pelo Dec. Lei 972, de 17 de outubro de 1969 e pelo Decreto 65.912, de 19 de dezembro de 1969, e requer, para o seu exercício, registro no Ministério do Trabalho. De acordo com o Decreto as atividades do jornalista são:
- redação, condensação, titulação, interpretação, correção ou coordenação de matéria a ser divulgada, contenha ou não comentário;
- comentário ou crônica, pelo rádio ou pela televisão entrevista, inquérito ou reportagem ou falada;
- entrevista, inquérito ou reportagem, escrita ou falada;
- planejamento, organização, direção e eventual execução de serviços técnicos de jornalismo, como os de arquivo, ilustração ou distribuição gráfica de matéria a ser divulgada;
- planejamento, organização e administração técnica dos serviços de que trata o primeiro item;
- Ensino das técnicas de jornalismo;
- coleta de notícias ou informações seu preparo para divulgação;
- revisão de originais de matéria jornalística, com vistas à correção redacional e à adequação da linguagem;
- execução de distribuição gráfica de texto, fotografia ou ilustração de caráter jornalístico, para fins de divulgação;
- execução de distribuição gráfica de texto, fotografia ou ilustração de caráter jornalístico, para fins de divulgação;
- execução de ilustrações artísticas ou técnicas de caráter jornalístico;
- assessoria de imprensa.
Funções jornalísticas
Quando se fala em jornalista logo se pensa em repórteres ou editores. Mas não é só dessas funções que vive a profissão. Eis algumas:
- Arquivista-pesquisador - aquele que organiza e conserva, cultural e tecnicamente, o arquivo redacional, procedendo à pesquisa dos respectivos dados para a elaboração de notícias;
- Colunista – jornalista ou escritor que redige e/ou assina uma coluna em jornal ou revista, conforme o assunto e gênero de sua coluna. O colunista pode ser um crítico, comentarista ou cronista. Geralmente, as colunas especializadas são entregues a profissionais de outras áreas: médicos, juristas, economistas e astrólogos;
- Copidesque – corpo de redatores que trabalha sobre as matérias para dar texto a filosofia redacional da empresa promovendo correção e aperfeiçoamento do texto a ser publicado;
- Cronista - é o meio termo entre o jornalista e o escritor. Do primeiro aproveita o interesse pela atualidade informativa, do segundo retira o manuseio das palavras, frases e versos, ultrapassando os simples fatos que compõem a notícia. O texto do cronista é desenvolvido de forma livre e pessoal, a partir de fatos atuais, com o teor político, esportivo, artístico, literário ou de amenidades;
- Diagramador – aquele que planeja e executa a distribuição gráfica das matérias, fotografias e ilustrações jornalísticas para fins de publicação;
- Editor – encarregado de orientar uma seção do jornal. Conforme os acontecimentos, podem surgir editoriais novas.
- Editorialista – jornalista responsável pelo editorial, texto opinativo, escrito de maneira impessoal e publicado sem assinatura, sobre assuntos ou acontecimentos locais, nacionais ou internacionais de maior relevância;
- Ilustrador – pessoa responsável pela criação e execução de desenhos artísticos ou técnicos de caráter jornalístico;
- Noticiarista – quem redige matéria informativa, mas sem apreciação ou comentário;
- Redator – aquele que escreve desde notícias comuns editoriais, crônicas ou comentários;
- Repórter – pessoa encarregada de colher a notícia ou informação, preparando-as para a divulgação;
- Repórter do Setor – aquele que possui o encargo de colher notícias ou informações sobre assuntos predeterminados, preparando-os para a divulgação;
- Repórter Fotográfico – jornalista responsável pelo registro de imagens fotográficas de quaisquer fatos ou assuntos de interesse jornalístico;
- Revisor – pessoa responsável pela revisão das laudas originais e provas fotográficas de matérias jornalísticas e outros textos a serem publicados.
O leitor, meta principal
O leitor é a pessoa mais importante para o jornalista e, conseqüentemente, para o jornal. Para ele, foram inventados o lead, os manuais de redação, os títulos, tudo enfim. O leitor é alvo do jornalista.
Tipos de leitor
Por duas razões o leitor compra jornais e revistas: curiosidade e hábito. Ele quer a notícia para ficar atualizado, informado. No jornalismo, a conquista do leitor está na ordem direta de seu conhecimento, gosto e interesse por determinadas notícias. Dividem-se em três categorias: intelectual, prático e povão.
- Intelectual – busca o estímulo mental do noticiário e nos artigos sobre assuntos de seu interesse;
- Prático – sonha com êxito nos negócios e na profissão que escolheu. Quer notícias para se informar sobre seus objetivos;
- Povão – quer saber por alto sobre o que está acontecendo na sua cidade, estado ou país, quase nada sobre o mundo.
Os leitores se interessam por notícias que destaquem o lado humano, científico, sobrenatural, competitivo, aventureiro, catastrófico, mórbido e subversivo dos fatos. A narração dessas matérias percorrem os medos, os sonhos, as odres, as ambições, as frustrações e a felicidade de cada dia. A vida é a fonte de inspiração permanente dos jornalistas e de seus fiéis seguidores.
Para fechar o tópico, que tal refletir sobre a frase: "notícia de interesse público não se confunde com notícia de interesse do público".
Instrumentos de trabalho do repórter
Alem de conhecer, de memória, os principais sinais de revisão de textos e o sistema de retranca usados no veículo, todo jornalista deve ter à mão para auxiliá-lo no trabalho que desenvolve, o seguinte material:
- smartphone (com gravador de voz, câmera e acesso à internet, para consultas e pesquisas, além de agenda de contatos com números e endereços sempre atualizada);
- caneta e bloco de anotações (para garantir que nenhuma pane nos aparelhos eletrônicos vá arruinar o seu trabalho);
- razoável biblioteca especializada (dicionários, manuais de redação, livros técnicos....).