O que é
A Psicologia, derivada de palavras gregas que significam “estudo da mente ou da alma”, é hoje em dia definida como a ciência que estuda o comportamento e os processos mentais. Os assuntos investigados pelos psicólogos incluem o desenvolvimento, as bases fisiológicas do comportamento, a aprendizagem, a percepção, a consciência, a memória, o pensamento, a linguagem, a motivação, a emoção, a inteligência, a personalidade, as influências sociais e o comportamento social. A Psicologia é freqüentemente aplicada na indústria, na educação, na engenharia, na Comunicação Social e em muitas outras áreas do saber humano.
Os psicólogos estudam tantos assuntos biológicos como sociais. Enquanto os sociólogos dirigem a atenção para os grupos, os processos grupais e as forças sociais, os psicólogos sociais concentram-se nas influências grupais e sociais sobre os indivíduos.
Psicologia como ciência
Todos nós usamos o que poderia ser chamado de psicologia do senso comum em nosso dia a dia. Observamos e tentamos explicar o nosso próprio comportamento e o dos outros. Tentamos predizer quem fará o que e quando. E muitas vezes sustentamos opiniões sobre como adquirir controle sobre a vida (o melhor método para criar filhos, fazer amigos, impressionar as pessoas, dominar a raiva...), isso é o que os cientistas chamam de senso comum, ou seja, conhecimento popular.
O tipo de psicologia do senso comum que se adquire informalmente leva a um corpo de conhecimentos inexato por diversas razões. O senso comum não proporciona diretrizes sadias para a avaliação de questões complexas. O conhecimento do senso comum se apropria dos saberes produzidos por outros setores da produção humana, misturando e reciclando tudo em um tipo de teoria simplificada de visão-de-mundo.
O que é ciência
Compõe-se de um conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade (objeto de estudo), expresso através de uma linguagem precisa e rigorosa. Esses conhecimentos devem ser obtidos de maneira programada, sistemática e controlada, para que se permita a verificação de sua validade. Assim podemos apontar o objeto dos diversos ramos da ciência e saber exatamente como determinado conteúdo foi construído, possibilitando a reprodução da experiência. O saber pode assim ser transmitido, verificado, utilizado e desenvolvido.
Essa característica da produção científica possibilita sua continuidade: um novo conhecimento é produzido sempre a partir de algo anteriormente desenvolvido. Nega-se, reafirma-se, descobrem-se novos aspectos, e assim a ciência avança. Nesse sentido a ciência caracteriza-se como um processo que aspira a objetividade e sua conclusão deve ser passível de verificação isenta de emoção, para que possam se tornar válidas para toda a sociedade.
Senso comum
Senso comum ou saber popular, conhecimento da realidade, uma visão de mundo. Sem esse conhecimento intuitivo, espontâneo, de tentativas e erros, seria muito complicada a nossa vida no dia a dia.
O senso comum integra, de um modo precário, o conhecimento humano. A psicologia do senso comum é usada no dia a dia pelas pessoas em geral.
A Ciência
Afasta-se da realidade (e do senso comum), transformando-a em objeto de investigação. O saber pode assim ser transmitido, verificado, utilizado e desenvolvido.
Um novo conhecimento é produzido a partir de algo anteriormente desenvolvido.
A ciência possui uma característica fundamental: aspira à coletividade. Suas conclusões devem ser passíveis de verificação e isentas de emoção, para, assim, tornarem-se válidas para todos.
O objeto de estudo
Num sentido mais amplo, o objeto de estudo da Psicologia é o homem, um objeto determinado pelas condições históricas e sociais que o cercam.
Tudo o que a Psicologia criar, pensar ou disser, será sobre a vida dos seres humanos. O objetivo são os fenômenos psicológicos, processos que acontecem em nosso mundo interno e que são construídos durante a nossa vida. São processos contínuos, que nos permitem pensar e sentir o mundo, nos comportarmos das mais diferentes formas, nos adaptarmos à realidade e transformá-la. Esses processos constituem a nossa subjetividade - o mundo construído internamente pelo sujeito.
A subjetividade é a síntese singular de cada ser humano. É o somatório de nossas experiências de vida social e cultural; é o mundo de idéias, significados e emoções construído internamente pelo indivíduo; é a maneira de amar, pensar, sentir e fantasiar de cada um.
Os meios de comunicação de massa exercem uma enorme influência sobre a subjetividade (mundo interno) dos indivíduos e a cada dia que passa a Psicologia ganha importância junto a eles. A presença do psicólogo na mídia passou a ser requisitada com maior freqüência. Na publicidade entram como consultores, assim como entrevistados na imprensa, para comentarem os fatos que ocorrem no cotidiano das comunidades. Isso possibilitou as pessoas conhecerem um pouco mais a respeito dessa ciência.
A Psicologia, derivada de palavras gregas que significam “estudo da mente ou da alma”, é hoje em dia definida como a ciência que estuda o comportamento e os processos mentais. Os assuntos investigados pelos psicólogos incluem o desenvolvimento, as bases fisiológicas do comportamento, a aprendizagem, a percepção, a consciência, a memória, o pensamento, a linguagem, a motivação, a emoção, a inteligência, a personalidade, as influências sociais e o comportamento social. A Psicologia é freqüentemente aplicada na indústria, na educação, na engenharia, na Comunicação Social e em muitas outras áreas do saber humano.
Os psicólogos estudam tantos assuntos biológicos como sociais. Enquanto os sociólogos dirigem a atenção para os grupos, os processos grupais e as forças sociais, os psicólogos sociais concentram-se nas influências grupais e sociais sobre os indivíduos.
Psicologia como ciência
Todos nós usamos o que poderia ser chamado de psicologia do senso comum em nosso dia a dia. Observamos e tentamos explicar o nosso próprio comportamento e o dos outros. Tentamos predizer quem fará o que e quando. E muitas vezes sustentamos opiniões sobre como adquirir controle sobre a vida (o melhor método para criar filhos, fazer amigos, impressionar as pessoas, dominar a raiva...), isso é o que os cientistas chamam de senso comum, ou seja, conhecimento popular.
O tipo de psicologia do senso comum que se adquire informalmente leva a um corpo de conhecimentos inexato por diversas razões. O senso comum não proporciona diretrizes sadias para a avaliação de questões complexas. O conhecimento do senso comum se apropria dos saberes produzidos por outros setores da produção humana, misturando e reciclando tudo em um tipo de teoria simplificada de visão-de-mundo.
O que é ciência
Compõe-se de um conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade (objeto de estudo), expresso através de uma linguagem precisa e rigorosa. Esses conhecimentos devem ser obtidos de maneira programada, sistemática e controlada, para que se permita a verificação de sua validade. Assim podemos apontar o objeto dos diversos ramos da ciência e saber exatamente como determinado conteúdo foi construído, possibilitando a reprodução da experiência. O saber pode assim ser transmitido, verificado, utilizado e desenvolvido.
Essa característica da produção científica possibilita sua continuidade: um novo conhecimento é produzido sempre a partir de algo anteriormente desenvolvido. Nega-se, reafirma-se, descobrem-se novos aspectos, e assim a ciência avança. Nesse sentido a ciência caracteriza-se como um processo que aspira a objetividade e sua conclusão deve ser passível de verificação isenta de emoção, para que possam se tornar válidas para toda a sociedade.
Senso comum
Senso comum ou saber popular, conhecimento da realidade, uma visão de mundo. Sem esse conhecimento intuitivo, espontâneo, de tentativas e erros, seria muito complicada a nossa vida no dia a dia.
O senso comum integra, de um modo precário, o conhecimento humano. A psicologia do senso comum é usada no dia a dia pelas pessoas em geral.
A Ciência
Afasta-se da realidade (e do senso comum), transformando-a em objeto de investigação. O saber pode assim ser transmitido, verificado, utilizado e desenvolvido.
Um novo conhecimento é produzido a partir de algo anteriormente desenvolvido.
A ciência possui uma característica fundamental: aspira à coletividade. Suas conclusões devem ser passíveis de verificação e isentas de emoção, para, assim, tornarem-se válidas para todos.
O objeto de estudo
Num sentido mais amplo, o objeto de estudo da Psicologia é o homem, um objeto determinado pelas condições históricas e sociais que o cercam.
Tudo o que a Psicologia criar, pensar ou disser, será sobre a vida dos seres humanos. O objetivo são os fenômenos psicológicos, processos que acontecem em nosso mundo interno e que são construídos durante a nossa vida. São processos contínuos, que nos permitem pensar e sentir o mundo, nos comportarmos das mais diferentes formas, nos adaptarmos à realidade e transformá-la. Esses processos constituem a nossa subjetividade - o mundo construído internamente pelo sujeito.
A subjetividade é a síntese singular de cada ser humano. É o somatório de nossas experiências de vida social e cultural; é o mundo de idéias, significados e emoções construído internamente pelo indivíduo; é a maneira de amar, pensar, sentir e fantasiar de cada um.
Os meios de comunicação de massa exercem uma enorme influência sobre a subjetividade (mundo interno) dos indivíduos e a cada dia que passa a Psicologia ganha importância junto a eles. A presença do psicólogo na mídia passou a ser requisitada com maior freqüência. Na publicidade entram como consultores, assim como entrevistados na imprensa, para comentarem os fatos que ocorrem no cotidiano das comunidades. Isso possibilitou as pessoas conhecerem um pouco mais a respeito dessa ciência.